Passeios na Jordânia

Petra - Jordânia

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 Caminhar pelo “Siq” de Petra:

Um dos tesouros nacionais do país e sua atração turística mais conhecida – eleita uma das novas Sete Maravilhas do Mundo e declarada Patrimônio Mundial pela UNESCO – Petra está localizada cerca de 3 horas ao sul de Amã. Esta antiga cidade é legado dos “nabateus”, um engenhoso povo árabe que fixou-se há mais de 2.000 anos na Jordânia do sul. Petra encanta seus visitantes por sua cultura refinada, arquitetura imponente e por seu engenhoso conjunto de represas e canais de água. Seu charme vem de um enquadramento fantástico que tem ao fundo um desfiladeiro no deserto, e para chegar é preciso atravessar o “siq”, um longo desfiladeiro cujas paredes possuem 200 metros de altura. Presente em nossa mente graças ao filme “Indiana Jones e a Última Cruzada”, o monumento mais famoso de Petra – o Tesouro – é uma imponente fachada que surge logo ao final do “siq”. Este é apenas um dos muitos prodígios arqueológicos que você pode explorar em Petra; vá além e percorra seus vários caminhos e subidas que revelam centenas de portas com arcos, banhos públicos, templos, edifícios, túmulos, câmaras funerárias, ruas cercadas por colunas, seu teatro de 3.000 lugares ao ar livre, um mosteiro gigante do século I e até um museu arqueológico moderno.

Anfiteatro romano:

Recue 2000 anos no tempo e visite as ruínas deste impressionante anfiteatro.

Visite a Cidadela de Amã:

A Jordânia possui uma capital moderna, que se espalha por 19 colinas (ou “jebels”). Hoje com uma população de aproximadamente um milhão e meio de habitantes, Amã já foi conhecida como “Rabbath-Ammon” durante a Idade do Ferro. Oferece grande variedade de locais históricos, como a “Cidadela”, onde estão o Templo de Hércules, o Palácio Omíada, a Igreja Bizantina e um Teatro Romano de 6.000 lugares. Suas casas de pedra baixas fazem com que também seja chamada de “cidade branca”. Para ter um bom panorama da história e da cultura locais, visite o Museu Arqueológico da Jordânia, o Museu de Folclore e o Museu de Tradição Popular.

Boiar no Mar Morto:

Você pode ter a oportunidade de boiar no ponto mais baixo da terra, localizado 400 metros abaixo do nível do mar.

Madaba:

Conhecida também como “a Cidade dos Mosaicos”, Madaba faz parte da Estrada do Rei. Ali é possível ver o famoso Mapa Mosaico de Jerusalém e da Terra Santa do século VI (na Igreja Grega Ortodoxa de S. Jorge), além de espetaculares peças de cores vivas feitas com pedras locais e que ilustram colinas, vales, aldeias e cidades. Para admirar toda esta variedade e esplendor, percorra a igreja da Virgem e dos Apóstolos, o Museu Arqueológico e as casas de Madaba.

Jerash - Jordânia

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Ruínas antigas de Jerash:

Esta antiga cidade – que nos remonta a mais de 6.500 anos – é o segundo lugar na lista dos destinos preferidos da Jordânia. Reconhecida como uma das cidades provinciais romanas mais bem conservadas do mundo teve sua era dourada durante o domínio romano. Jerash esteve escondida na areia durante séculos, e só começou a ser escavada e restaurada há 70 anos. É um belo exemplo do grandioso urbanismo romano provincial (encontrado por todo o Oriente Médio), com amplas praças públicas, ruas de colunatas e pavimentadas, templos no topo das colinas, belos teatros, banhos públicos, fontes e muralhas com torres e portas.

 Local onde Jesus foi batizado:

Localizado a meia hora de carro de Amã, na margem leste do Rio Jordão, este seria o local onde Jesus foi batizado por João Batista e está sendo sistematicamente analisado, escavado, restaurado e preparado para receber peregrinos e visitantes.

Mergulhar à aventura em Aqaba:

Localizada no Mar Vermelho, esta cidade portuária é conhecida por seus recifes de coral e por sua vida marítima singular. Foi o principal porto para as embarcações que iam do Mar Vermelho rumo ao Extremo Oriente. A dica é conhecer um de seus principais pontos históricos – o Forte Mameluco – foi reconstruído no século XVI. Hoje, a cidade possui vários hotéis e é o melhor destino de praia e mergulho do país por possuir um mar invariavelmente calmo com temperaturas entre os 19 e os 20 oC durante o clima no inverno e os 26 oC no verão. Como os recifes começam na linha costeira, o mergulho é feito junto à costa.

Aqaba - Jordânia

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Local de peregrinação sagrado:

Foi do cimo do Monte Nebo que Moisés terá visto a Terra Santa e aí terá sido enterrado.

Reservas naturais da Jordânia:

A Reserva Natural de Dana é composta por uma série de vales e de montanhas onde os visitantes ficam maravilhados com a Montanha Rummana, com o mistério das ruínas arqueológicas antigas de Feynan, com a serenidade intemporal de Dana Village e com a grandiosidade dos penhascos de arenito vermelho e branco de Wadi Dana.

Estrada do Rei :

Esta via possui 335 quilômetros de extensão e serpenteia as várias zonas ecológicas da Jordânia, como as florestas das terras altas, os planaltos agrícolas, as fundas ravinas, a orla do deserto e o tropical Golfo de Aqaba. Ao percorrê-la, você encontrará uma vasta seleção de locais arqueológicos, que mais parecem um índice de um livro de história – cidades bíblicas dos reinos de Ammon, Moabe e Edom, castelos dos Cruzados, aldeias pré-históricas da Idade da Pedra, alguns dos melhores mosaicos bizantinos do cristianismo primitivo no Oriente Médio, fortalezas romanas, templos nabateus, cidades do início do Islamismo e Petra, a capital nabatéia esculpida na rocha. A Estrada do Rei era o percurso que Moisés queria tomar para levar o seu povo para o norte, e a primeira menção a ela consta na Bíblia.

Castelos do deserto: 

Os castelos localizados no deserto da Jordânia são exemplos da arte e da arquitetura islâmica inicial, uma bela prova de uma era fascinante na rica história do país. A vida tal como era no século VIII é contada em seus belos mosaicos, frescos, inscrições e ilustrações, inspiradas pelo melhor das tradições persa e greco-romana. Embora tenham sido apelidados de castelos devido à sua imponência, estes complexos do deserto tinham várias finalidades – postos de parada para as caravanas, centros agrícolas e comerciais, pavilhões e postos avançados que ajudavam os governantes a estabelecer laços com os beduínos locais. Muitos destes castelos preservados podem ser visitados a partir da cidade de Amã; o principal é o castelo “Qusair Amra”, um forte de basalto negro usado ininterruptamente desde o tempo dos romanos que foi, inclusive, quartel-geral de Lawrence da Arábia durante a Revolta Árabe.

Monte Nebo

Foi da cima deste monte que Moisés teria visto a Terra Santa de Canaã e, por isso, o local é conhecido como um importante ponto de peregrinação. Moisés morreu sem nunca ter entrado em Canaã e foi enterrado por ali – o local exato do seu túmulo é uma incógnita. No século IV, foi construída uma pequena igreja para assinalar a morte de Moisés.

Reserva natural de Dana:

Uma das reservas naturais da Jordânia, Dana está formada por uma série de vales e montanhas que maravilham os visitantes. Entre seus atrativos estão a Montanha Rummana, as misteriosas ruínas arqueológicas de Feynan, a serena Dana Village e os grandiosos penhascos de arenito vermelho e branco de Wadi Dana.

Dicas para Jordânia

Bandeira - Jordania

Idioma na Jordânia: O idioma oficial na Jordânia é o árabe, mas o inglês é muito falado, em especial nas cidades. Muitos jordanianos viajaram ou tiveram uma educação no estrangeiro, por isso também é falado o francês, o alemão, o italiano e o espanhol, mas a uma escala menor.

Vacinas:  Vacina contra a febre amarela. A vacina deve ser tomada nos postos de saúde de sua cidade com 10 dias de antecedência à data de embarque e será emitido certificado nacional.Recomendamos que seja feito contato com os postos de atendimento ao viajante da ANVISA localizados nos aeroportos ou através do site www.anvisa.gov.br/viajante/ para maiores informações na data próxima a sua viagem para obter informações atualizadas sobre o assunto e sobre a necessidade de emissão do certificado internacional.

Moeda e Câmbio: A moeda local é o dinar jordano, símbolo JD, frequentemente conhecido por “jaydee” em inglês. Há notas de 1, 5, 10, 20 e 50 JD. O dinar está dividido em 100 piastras ou 1000 fils. O fils é a unidade mais usada e os preços aparecem normalmente como 4,750 ( 4 JD e 750 fils). Pode trocar  moeda nos principais bancos, casas de câmbio e na maioria dos hotéis. É melhor evitar os cambistas de rua. As taxas de câmbio são fixadas diariamente pelo Banco Central da Jordânia.

Fuso Horário na Jordânia: O fuso horário é de 5 horas a mais em relação ao horário de Brasília (4 durante o horário brasileiro de verão).

Código telefônico: 962

Vistos:  Brasileiros viajando para a Jordânia precisam de visto de entrada. O visto poderá ser emitido localmente no aeroporto de Amman mediante pagamento de taxa (aproximadamente US$ 30,00). O visto também poderá ser emitido com antecedência no Consulado Honorário da Jordânia em São Paulo. O custo de um visto de entrada para todas as nacionalidades é de JD 20 (cerca de US$30) e, para múltiplas entradas, JD 60 (cerca de US$85).Os grupos de cinco pessoas ou mais que cheguem através de um operador turístico da Jordânia estão isentos das despesas relacionadas com os vistos. À chegada em Aqaba, pelo porto ou pelo aeroporto ou na passagem entre Israel e a Arábia Saudita, são concedidos vistos gratuitos para a Jordânia. Não há obrigações associadas a este visto, tirando o fato de terem de abandonar o país dentro de um mês a contar sobre a data de chegada e de não terem de “renovar” o visto.

Jordânia

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Documentos Necessários:

Para viajar a Jordânia é necessário ter o passaporte com validade de no mínimo seis (06) meses a partir da data de entrada no país e no mínimo quatro (04) folhas em branco.

Todos os visitantes sem excepção têm de pagar o imposto de saída, quer tenham visto ASEZ ou não, e sempre que abandonarem o país. Estrangeiros residentes no Brasil devem apresentar RNE original e Passaporte; também é indispensável verificar se Israel exige visto de seu país natal.

Embora a Jordânia esteja apta para receber o visitante em qualquer época do ano, o melhor clima para fazer passeios é sempre durante o outono e a Primavera.

Vestuário na Jordânia

Jordânia

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A Jordânia é um país muçulmano, apesar de a liberdade religiosa estar protegida. As roupas das mulheres muçulmanas, não raro, cobrem os braços, as pernas e o cabelo. As mulheres ocidentais não estão sujeitas a estes costumes, mas o vestuário pouco discreto não é adequado e aconselha-se o uso de roupa conservadora, tanto para os homens como para as mulheres, na zona velha de Amã (baixa) e fora das cidades. Os homens e as mulheres não costumam usar bermudas, por isso, esta peça de vestuário irá parecer estranha na baixa Amã. Os banhos de sol em topless são proibidos, pelo que são preferíveis fatos de banho de uma só peça, apesar de os com duas peças serem aceitáveis nas piscinas dos hotéis.

Eletricidade na Jordânia

A corrente elétrica da região é de 220 volts. A maioria das tomadas usa o sistema europeu de 2 pinos. Como não há uma padronização mundial para tomadas, é recomendável levar um adaptador universal padrão.

Água na Jordânia

A água é um recurso valioso na Jordânia e os visitantes devem poupá-la. Os hotéis de 3 e mais estrelas têm os seus próprios sistemas de filtragem e a sua água é considerada boa para beber. Nos restantes locais, a água engarrafada é barata e está facilmente disponível.

Horários Comerciais na Jordânia

A Sexta-feira é o dia de descanso semanal. Os bancos, os serviços governamentais e a maior parte das lojas também encerram aos Sábados. Alguns serviços, incluindo os balcões de companhias aéreas, agências de viagens e algumas lojas também encerram na quinta-feira à tarde, mas as lojas dos centros comerciais e os supermercados estão abertos. Algumas empresas e lojas também encerram durante parte de Domingo.

Tipo de actividade Horário de funcionamento
Bancos 08.30-15.00
Escritórios 08.30-13.00 & 15.30-18.30
Serviços governamentais 08.00-15.00
Lojas Flexível, normalmente 09.30-13.30 & 15.30-18.00
* Note que durante o Ramadã  o encerramento ocorre mais cedo.  Em 2013 o Ramadã será de 9 de Julho a 7 de Agosto.

Cartões de Crédito Aceitos na Jordânia

Os hotéis, restaurantes e lojas maiores aceitam cartões de crédito, incluindo American Express, Visa, Diners Club e MasterCard. Note que muitas das lojas mais pequenas preferem pagamento em numerário e na moeda jordana, pelo que é necessário para comprar nos souks locais.

Curiosidades da Jordânia

Falar árabe é mais fácil do que possa pensar e se tentar pronunciar algumas palavras isso irá fazer com que ganhe o respeito dos habitantes locais e é uma boa forma de iniciar a conversação com um desconhecido. O povo jordaniano  é extremamente compreensivo e irá ajudá-lo sempre que precisar.

Eis algumas palavras e frases úteis para começar:

INGLÊS ARABIC
Yes (sim) Na’am
No (não) Laa
Please (por favor) Min fadlak (para um homem)
Min fadlik (para uma mulher)
Thank you (obrigado) Shukran
You’re welcome (de nada) Afwan
Hello (olá) Marhaba
Goodbye (adeus) Ma’asalameh
What is your name? (Como se chama?) Shoo ismek?
Please (por favor) Lao samaht
Excuse me (perdão) ‘An iznek
What time is it? (Podia dizer-me as horas?) Edesh el sa’aa?
How much? (Quanto é?) Addeysh?
I don’t speak Arabic (não falo árabe) Ana laa ahkee Arabee
One (um) Waahid
Two (Dois) Tinain
Three (três) Talaateh
Four (quatro) Arba’a
Five (cinco) Khamseh
Six (Seis) Sitteh
Seven (Sete) Sab’a
Eight (oito) Tamenyeh
Nine (nove) Tis’a
Ten (dez) ‘Ashra
Left (esquerda) Shmaal
Right (direita) Yameen
Straight (em frente) Dughree

Os números árabes são fáceis de ler, na verdade, o sistema numérico ocidental deriva do sistema árabe. Ao contrário das palavras, os números em árabe lêem-se da esquerda para a direita (igual aos numerais ocidentais).

Números em Árabe

 

 

Clima na Jordânia

Melhor época para visitar a Jordânia

Jordânia

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Embora a Jordânia esteja apta para receber o visitante em qualquer época do ano, o melhor clima para fazer passeios é sempre durante o outono e a Primavera, isto é, de março a maio e de setembro a novembro.

O clima na Jordânia é semidesértico e desértico na parte oriental. O verão é quente e seco  com temperaturas muito altas, especialmente em Junho, Julho e Agosto.  No inverno, o clima é fresco e,faz frio em alguns lugares, especialmente nas regiões mais altas. As chuvas são fracas e acontecem geralmente entre novembro a fevereiro. A dica é planejar bem a época da visita para aproveitar mais sua viagem.

 

 

Destino Jordânia

Contemplar as manadas de gazelas e aves migratórias, acampar na grandiosidade de Wadi Rum ou da Reserva Dana, percorrer os antigos percursos das caravanas desde as terras altas de Moab e Edom, percorrer as colinas arborizadas da Gilead bíblica ou experimentar os banhos de lama únicos e revigorantes do Mar Morto são apenas alguns dos exemplos dos passeios à espera dos visitantes deste reino singular. Da inquietante agrestia primeva de Wadi Rum, ao fervilhante centro urbano de Amã, a Jordânia impõe-se como um destino inigualável que proporciona paisagens misteriosas e arrebatadoras, hospedagem de alta qualidade, uma gastronomia intensa e inúmeras atividades que cativam, motivam e rejuvenescem os seus visitantes.

Jordânia

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A Jordânia, oficialmente chamado de  Reino Hachemita da Jordânia, é uma país do oriente médio que faz fronteiras com Israel, Síria, Arábia Saudita, e Iraque. A Jordânia é essencialmente um grande planalto cuja altitude vai decrescendo desde as serras relativamente baixas da zona ocidental (altitude máxima de 1754 m no monte Ramm, a sudoeste) até ás fronteiras orientais. A parte ocidental é a mais acidentada, não só devido às cadeias montanhosas, mas também à descida abrupta até à depressão que liga o Mar Vermelho o rio Jordão. Apesar de ter participado de vários conflitos, incluive com Israel o reino da Jordânia vive hoje em paz e prosperidade. O governo é uma monarquia constitucional, liderado pelo rei Abdullah II. Sobe seu comando o pais tem se aberto cada vez mais para o turismo internacional melhorando sua infraestrutura em estradas, serviços e hotelaria.

A Jordânia é um país moderno com uma cultura antiga e os seus visitantes podem percorrer os vales, as colinas e as planícies cujos nomes se tornaram parte da história do homem em virtude das ações simples e mensagens profundas dos profetas que percorreram esta terra e atravessaram os seus rios na sua época. A Jordânia esta apta para receber visitantes em qualquer época do ano, mas o melhor clima para uma visita é sempre durante o outono e a primavera.

A Jordânia é uma ótima dica de destino para todos aqueles que procuram o conhecimento cultural e o enriquecimento espiritual. A Jordânia dá valor à diversidade étnica e religiosa da sua população, garantindo, consequentemente, os direitos culturais aos seus cidadãos. Este espírito de tolerância e de valorização é um dos elementos centrais que contribuem para o clima cultural estável e pacífico que prospera na Jordânia. Mais de 92% dos jordanianos são muçulmanos sunitas e cerca de 6% são católicos. A maioria dos cristãos pertence à igreja ortodoxa grega, mas também há católicos gregos, uma pequena comunidade católica romana, ortodoxos sírios, ortodoxos cópticos, ortodoxos armênios e algumas confissões protestantes. Na Jordânia podem ainda ser encontradas algumas pequenas populações de xiitas e de drusos.

Seus principais destinos turísticos da Jordânia são:

Amã

Jordânia

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Uma cidade que se espraia por 19 colinas ou “jebels” e é uma capital moderna
Conhecida por Rabbath-Ammon durante a Idade do Ferro Amã tem hoje uma população de cerca de 1,5 milhões de habitantes. Frequentemente referenciada como a cidade branca, devido às casas de pedra baixas, oferece uma variedade de locais históricos. O local conhecido por Cidadela tem várias estruturas tais como o Templo de Hércules, o Palácio Omíada e a Igreja Bizantina. Ao fundo da Cidadela fica o Teatro Romano de 6000 lugares. Outro teatro recém restaurado é o Odeon de 500 lugares que é usado para concertos. Os três museus encontrados na área dão uma perspectiva sobre a história e a cultura. São o Museu Arqueológico da Jordânia, Museu de Folclore e o Museu de Tradição Popular.

A Estrada do Rei

A Estrada do Rei serpenteia pelas várias zonas ecológicas do país, incluindo as florestas das terras altas, os planaltos agrícolas, as fundas ravinas, a orla do deserto a leste e o ameno e tropical Golfo de aqaba. A percorrer  esta via de 335 km encontramos uma vasta seleção de locais arqueológicos que se assemelham a um índice de um livro de história e a um dicionário geográfico bíblico: aldeias pré-históricas da Idade da Pedra, cidades bíblicas dos reinos de Ammon, Moabe e Edom, castelos dos Cruzados, alguns dos melhores mosaicos bizantinos do cristianismo primitivo no Médio Oriente, uma fortaleza romana-herodiana, vários templos nabateus, duas grandes fortalezas romanas, cidades do início do Islamismo e a capital nabateia esculpida na rocha Petra. Mencionada pela primeira vez na Bíblia, a Estrada do Rei era o percurso que Moisés queria tomar para levar o seu povo para norte através de Edom que hoje fica no sul da Jordânia. O nome, todavia, poderá derivar do episódio anterior que é contado no Genesis 14 quando uma aliança de “quatro reis do norte” avançou com as suas tropas por esta via em direcção à batalha contra os cinco reis das Cidades da Planície, incluindo as imorais cidades de Sodoma e Gomorra.

Madaba

Jordânia

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A viagem para sul segue pela KIng Highway, a  Estrada do Rei, que tem 5000 anos. É uma das viagens mais memoráveis na Terra Santa, passando por vários locais antigos. A primeira cidade a conhecer é Madaba, “a Cidade dos Mosaicos”. Principalmente conhecida pelos seus espetaculares mosaicos bizantinos e omíadas, Madaba é o local onde podemos encontrar o famoso Mapa de Mosaico de Jerusalém e da Terra Santa do século VI. Com dois milhões de peças de cores vivas feitas de pedra local, ilustra as colinas, os vales, as aldeias e as cidades até ao Delta do Nilo. Outras obras de arte de mosaicos encontradas da igreja da Virgem e dos Apóstolos e no Museu Arqueológico descrevem uma extravagante profusão de flores e plantas, aves e peixes, animais e bestas exóticas, bem como cenas da mitologia e cenas de caça, pesca e agricultura do dia-a-dia. Há, na verdade, centenas de outros mosaicos dos séculos V a VII espalhados pelas igrejas e casas de Madaba.

Petra

A antiga cidade de Petra  é um dos tesouros nacionais da Jordânia e de longe a sua atração turística mais conhecida. Situada a cerca de três horas a sul de Amã, Petra é o legado dos nabateus, um engenhoso povo árabe que se fixou na Jordânia do sul há mais de 2000 anos. Admirada pela sua cultura refinada, arquitetura imponente e engenhoso conjunto de represas e canais de água, Petra é patrimônio mundial da UNESCO e encanta visitantes de todo o Mundo. Muito do charme de Petra provém do seu enquadramento fantástico: lá no fundo de um desfiladeiro no deserto. Para chegar ao local, é preciso atravessar um longo desfiladeiro ou “siq” cujas paredes se elevam a 200 metros de altura. O monumento mais famoso de Petra, o Tesouro, surge, de forma dramática, no fim do “siq”. Usado na sequência final do filme “Indiana Jones e a Última Cruzada”, a imponente fachada do Tesouro é apenas um dos muitos prodígios arqueológicos a explorar em Petra. Os vários caminhos e subidas revelam centenas de edifícios, túmulos, banhos públicos, câmaras funerárias, templos, portas com arcos, ruas com colunas e impressionantes inscrições,, bem como um teatro ao ar livre com 3000 lugares, um mosteiro gigante do século I e um museu arqueológico moderno – tudo para explorar com calma. No século XIII, o Sultão Mameluco mandou construir um modesto templo para assinalar a morte de Aarão, irmão de Moisés, lá no alto do monte Aarão na cordilheira de Sharah.

Jerash

Jordânia

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Em segundo lugar na lista dos destinos preferidos da Jordânia, temos a antiga cidade de Jerash que tem uma história de presença humana que remonta a mais de 6500 anos. A era dourada da cidade foi durante o domínio romano e o local é hoje reconhecido como uma das cidades romanas de província mais bem conservadas do mundo. Escondida durante séculos na areia, antes de ser escavada e restaurada nos últimos 70 anos, Jersh é um belo exemplo do grandioso urbanismo romano provincial e formal que é encontrado por todo o Médio Oriente com ruas de colunatas e pavimentadas, templos altaneiros no topo das colinas, belos teatros, amplas praças públicas e largos, banhos públicos, fontes e muralhas da cidade nervuradas por torres e portas.

Aqaba

Conhecida pelos recifes de coral e pela vida marítima singular, esta cidade portuária do Mar Vermelho foi, nos tempos antigos, o principal porto das embarcações que iam do Mar Vermelho para o Extremo Oriente. O Forte Mameluco, um dos principais pontos históricos da cidade foi reconstruído  no século XVI. Hoje Aqaba possui vários hotéis e é o melhor destino de praia e mergulho do país.

Castelos do deserto

Os castelos do deserto da Jordânia, belos exemplos da arte e arquitetura islâmica inicial, são a prova de uma era fascinante na rica história do país. Os seus belos mosaicos, frescos, inscrições na pedra e em estuque, e ilustrações inspiradas pelo melhor que a tradição persa e greco-romana tem contam inúmeras histórias da vida tal como era no século VIII. Apelidados de castelos devido à sua imponência, os complexos do deserto tinham, na verdade, várias finalidades, servindo de posto paras as caravanas, centro agrícola e comercial, pavilhão e posto avançado, para auxiliar os governantes distantes a estabelecer laços com os beduínos locais. Muitos destes castelos preservados, agrupados a leste e a sul de Amã, podem ser visitados num dia ou dois a partir da cidade. O principal castelo é Qusair Amra. O forte de basalto negro de Azraq, ininterruptamente usado desde o tempo dos romanos, foi o quartel-geral de Lawrence da Arábia durante a Revolta Árabe.

Betânia do Além Jordão

O local de fixação de João Batista na Betânia além do Jordão, nde Jesus foi  batizado, é muito conhecido da Bíblia (João 1:28 e 10:40) e dos textos bizantinos e medievais. O local foi identificado na margem leste do Rio Jordão, no Reino Hachemita da Jordânia e está a ser sistematicamente analisado, escavado, restaurado e preparado para receber peregrinos e visitantes. A Betânia do Além Jordão fica a meia hora de carro da capital da Jordânia, Amã.

Os locais na zona de Betânia faziam parte da antiga rota de peregrinação cristã entre Jerusalém, o Rio Jordão e o Mnte Nebo. Esta área está associada ao relato bíblico que conta como o profeta Elias (Mar Elias, em árabe) foi arrebatado para os céus num carro de fogo.

Monte Nebo

Do promontório  Moisés viu a Terra Santa de Canaã na qual jamais iria entrar. Morreu e foi enterrado em Moabe, “no vale em frente a Beth-peor”. O local exato do seu túmulo é uma incógnita.

O Monte Nebo tornou-se num local de peregrinação para os cristãos primitivos de Jerusalém e aí foi construída uma pequena igreja no século IV para assinalar a morte de Moisés. A Cruz Serpenteante, que fica fora do santuário, é símbolo da serpente de bronze que Moisés levou para o deserto e da cruz em que Jesus foi crucificado.